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O mercado de trabalho pouco a pouco vem mudando em busca de alcançar a igualdade de gênero, mas essa realidade ainda está um pouco distante na área de tecnologia da informação, que conta com apenas 6% de mulheres. Os dados são do Relatório de Trabalho Independente e Empreendimento, elaborado pela Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina.

A pesquisa da Workana realizada com mais de 5 mil profissionais contou com a participação de 37,1% de mulheres. Do total de profissionais entrevistados, 33,6% são de TI e programação, sendo 94% homens contra 6% mulheres. A maioria delas tem entre 18 e 23 anos e trabalha em casa.

Já em outras áreas há maior participação feminina: marketing e vendas, com 28%, tradução e conteúdos, com 26%, e design e multimídia, com 23%. A pesquisa realizada pela Workana apontou ainda que, na opinião das mulheres, os maiores problemas enfrentados são falta de oportunidade, credibilidade e preconceito.

"No levantamento também notamos que, dos casais que têm filhos, 49% dos homens afirmam que a mulher é responsável pelos filhos. Já entre as mulheres, apenas 9% dizem que os homens cuidam das crianças. Esse também é um importante ponto para analisarmos onde as desigualdades podem ser reduzidas e quais as consequências para a sociedade", aponta Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, empresa que conecta freelancers a empresas e possui atuação em toda a América Latina